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ESG cai na prova e no seu holerite

Nos últimos meses, o termo “ESG” ganhou ainda mais as matérias em jornais, portais, revistas e redes sociais.


Se você ainda não leu nada a respeito, bem-vindo ao seu primeiro contato com essa sigla.


E já te convido a relaxar, pois o termo ESG vai te acompanhar pelo resto da vida.


Foi assim com a importância de estudar inglês, depois, em reconhecer a existência do meio ambiente, em ingressar no trabalho voluntário, dentre outros costumes. E, assim, todos esses elementos tornaram-se práticas perenes no nosso cotidiano brasileiro.


O mesmo está ocorrendo com o ESG.


Faculdades já estão abrindo cursos de graduação e pós-graduação a quem pretende falar essa nova língua. Empresas já estão promovendo eventos temáticos.


Este termo vai cair na prova de estudantes e candidatos a processos seletivos. E, a quem se deparar com ele na prova, poderá colher bons frutos no futuro holerite. Afinal, poucos ainda dominam a origem e a abrangência do ESG e o sabem incluir em serviços públicos ou privados, prestados por pessoas físicas ou jurídicas.


É chegada a hora de premiar aquela equipe que trabalha de forma organizada, com boa saúde financeira, transparente a seus parceiros, que reconhece a legislação brasileira, a obedece e está apta a ser aprovada em qualquer auditoria.


Essa premiação é traduzida em excelentes índices obtidos em relatórios de ESG e pode significar empréstimos financeiros com menores taxas.


É para alcançar esse perfil, que organizações do terceiro setor, entidades públicas ou empresas podem ser orientadas e conduzidas a melhores práticas. Aqui se encontra a justificativa do aumento do número de escolas de formação que vão repetir velhas lições, mas com o novo olhar da ONU. É o retrofit nas organizações que ficaram obsoletas, em maior ou menor grau, no cumprimento da legislação ambiental, social e nas práticas de governança.


Se você também quer um grande impacto na prestação do seu serviço, seja ele de pequeno ou grande porte, aprimore sua jornada ESG.


Aproveite que cidadãos da Suíça, dos USA e aqui no Brasil estão empenhados nesse aprimoramento profissional e, assim, podemos fazer juntos essa lição de casa.


Estudar em conjunto e fazer a prova em dupla pode ser uma opção para se respirar mais tranquilo, fluído, e, neste caso, com muito menos carbono.


Juliana Torres Martins é Professora de Direito Ambiental e Diretora de Operações do Instituto Brasileiro de ESG.



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1 commentaire


Jú Martins
Jú Martins
05 sept. 2022

Uma alegria estar com vocês a partir de hoje!

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