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O RH É UM ADMINISTRADOR DE CONFLITOS?

Nem sempre, pois as áreas de atuação, decidem e comunicam o RH após fato consumado, não é verdade?



Quando atuava em empresas tive a oportunidade de questionar até que ponto o RH poderia administrar conflitos internos. Claro que na parte sindical havia a negociação e o RH representava a Empresa com dados e estratégias.


Porém, internamente, nas áreas de atuação muitos conflitos só sabíamos após o fato consumado, ou seja, demissão ou pedido de demissão, o que inviabilizava qualquer possibilidade de intervenção para a solução pacífica do desentendimento. Hoje temos pelas estatísticas um número elevado de dispensas por problemas comportamentais de gestores/lideres despreparados e de colaboradores que não se adequa ao estilo destes líderes, assim como dificuldade do colaborador com problemas individuais em adaptar-se à empresa e ao grupo de trabalho, agravando-se neste pós pandemia.


Porque não recorrerem ao RH que tem todas as ferramentas e experiência em administrar e solucionar estas situações? Evitar-se-ia custo com a demissão, retrabalho em nova contratação, treinamento, adaptação, pois toda a contratação é um risco, tempo para recrutamento, seleção e aprovação, etc... Se às áreas utilizarem o RH preventivamente, muitos dos problemas citados poderiam ser resolvidos de forma negociada com vantagem para todos.


O RH pode e deve assumir este papel e ser o interlocutor entre os colaboradores e as suas lideranças. Os Gestores/Lideres antes de tomarem decisões definitivas podem utilizar uma área de prestação de serviços que é o RH, será que sabem que pode ser oferecido e sugerido? Acredito que muitos desconhecem que este serviço está disponível.


Pode nesta negociação ocorrer uma transferência, promoção, acordo sobre método de trabalho e de cobrança de resultados, eliminação de atritos com uma boa aproximação e entendimento, um aparar de arestas sobre comportamentos e tantos outros pontos, claro sempre avaliando os interesses e a razão das discordâncias. As reclamações sobre os líderes ocorrem muitas vezes por promoções realizadas sem as devidas avaliações, nem sempre um excelente técnico será um líder inspirador.


Cautela é a palavra-chave e, o treinamento torna-se fundamental para a efetivação no cargo. Reflita para promover e avalie os aspectos comportamentais dos que forem contratados, evitando-se desperdícios de custo e tempo.


BOA SORTE!!



Pedro Morbach, é Head e Job Hunter, Palestrante Motivacional, atuando na PEDRO MORBACH Treinamento e Eventos LTDA e coolunista do Gente Mais Portal.


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